| Take a little time to breathe! |
domingo, 29 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Intermédios
Amanhã vou ter intermédio. Não percebo precisamente o que deve sair. Estou farta de biologia e geologia. Biologia e geologia é o que vou escolher para o ano. Pior está física e química. Estou lixada. Amanhã passo a tarde a chorar. Ou a dormir. Qualquer das duas é melhor que estudar.
Conclusão: Adoro frases curtas ;)
Conclusão: Adoro frases curtas ;)
domingo, 8 de maio de 2011
E mói.
Opá, há gente que não se toca mesmo -.-
Se se concentrassem na vossa vida em vez que andarem a mandar bitaites sobre a dos outros acabavam por ser tão mais felizes, nem vos digo nem vos conto. Gente parva, egoísta e estúpida que dá cabo do juízo a qualquer um, ainda mais a mim que fervo em pouca água.
Cresce e aparece sim? (ou desaparece, por mim estás à vontade xD)
Já agora beijinhos e obrigada por tornares a minha vida tão interessante ;) -.-
Se se concentrassem na vossa vida em vez que andarem a mandar bitaites sobre a dos outros acabavam por ser tão mais felizes, nem vos digo nem vos conto. Gente parva, egoísta e estúpida que dá cabo do juízo a qualquer um, ainda mais a mim que fervo em pouca água.
Cresce e aparece sim? (ou desaparece, por mim estás à vontade xD)
Já agora beijinhos e obrigada por tornares a minha vida tão interessante ;) -.-
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Beijar o senhor (!?)
Na segunda-feira foi dia de Páscoa aqui na aldeiazinha. Como já é tradição, por cá andou o Padre, com os seus dois comparsas, vestidos com as suas capas vermelhas a fazer lembrar os super-heróis (se calhar é através deles que Jesus faz o bem (a)). Um deles (o Miguel, é claro) andava lá perdido atrás do homem, a fazer absolutamente nada. O outro lá ia com a cruz e o Senhor Jesus.
Ora bem, aqui é que a questão se torna interessante. Isto de andar a beijar a cruz, como lhe chamamos, é uma tremenda nojice e falta de higiene! Eu lá sei quem é que já lá meteu os beiços... Só para mostrar a minha adoração e amor (que ainda não tenho maturidade para decidir se realmente existe) pelo suposto "salvador", não me apetecia nada ter que apanhar com a doença contagiosa de outro qualquer religioso incurável que andou a dar umas beijoquitas na cruz. Tudo bem que "ah, morreu na cruz por ti" mas tenha a certeza que o seu objectivo não terá sido todo este ritual. É que com certeza lhe dará mais trabalho curar depois os pobrezinhos todos que ficam doentes do que prazer receber um beijito dos seus seguidores. Ainda por cima quando a grande maioria dos seguidores são velhotas daquelas que dão beijos repenicados dos que fazem os bebés chorar (como a minha avó). Aquilo é um antro de germes e doenças por tudo o quanto é parte, já para não falar do Senhor Jesus que anda ali exposto em pêlo não podendo de todo evitar uma beijoca ou outra em sítios menos impróprios apesar da sua omnipotência.
Aliás, até me admiro que com a confusão toda que houve por causa da Gripe A no ano passado e com as medidas todas anti-contágio que se criaram para não espalhar o vírus que não tenham já acabado com isto tudo. E depois admiram-se...
Para além disto, a minha mãe na semana antes da Páscoa faz uma limpeza a fundo. Mas é que se fosse só ela estava eu bem, agora como também me chateia a mim para eu a ajudar, eu fico chateada, é claro que fico chateada. Quer dizer, passo eu 3 ou 4 tardes de fascina a limpar móveis e a dar uso à esfregona para depois lá chegar o Padre e me espingalhar tudo com água santa... Ora já lá viram?! Para o ano não faço nadinha, digo ao Padre pra juntamente com o badalo trazer também um paninho e ao menos faz já o serviço completo!
Para além disto, a minha mãe na semana antes da Páscoa faz uma limpeza a fundo. Mas é que se fosse só ela estava eu bem, agora como também me chateia a mim para eu a ajudar, eu fico chateada, é claro que fico chateada. Quer dizer, passo eu 3 ou 4 tardes de fascina a limpar móveis e a dar uso à esfregona para depois lá chegar o Padre e me espingalhar tudo com água santa... Ora já lá viram?! Para o ano não faço nadinha, digo ao Padre pra juntamente com o badalo trazer também um paninho e ao menos faz já o serviço completo!
sábado, 16 de abril de 2011
Strange desire 2
“Seu burro, o que é que estás a fazer?! Esta é a oportunidade pela qual tens estado à espera, aproveita-a!” Respirou fundo e encheu o peito de coragem. Chegou-se ao pé de Inês e tocou-lhe no ombro. Esta deu um salto de susto. Depois de se recompor e de se levantar olhou para ele.
Estava com uma expressão de espanto na cara que Pedro chegou a temer. Inês não conseguia acreditar que ele estava ali. Mergulhou de imediato naqueles olhos verdes que sempre achou tão grandes, tão puros. À medida que as pupilas dilatavam ia mergulhando mais fundo naquela alma, naquele sentir, enquanto o seu pensamento vagueava por todos os momentos que tinham partilhado. Estava a ter uma experiência sem igual. Viajava num vórtice de memórias e sensações que antes lhe pareciam apagadas, e agora experimentava de novo de maneira tão real.
Ficaram assim, imóveis durante alguns segundos. Inês ainda sem desviar os seus belos olhos castanhos do verde dos olhos de Pedro deixa cair uma lágrima.
-Inês? – diz Pedro, acordando-a do sono profundo em que se encontrava.
Ela nem respondeu. Correu para os braços dele com a mesma vontade de fugir como a que tinha de o abraçar. E assim estavam, há mais de meia hora.
Ela com os braços à volta do pescoço dele, a cabeça encostada ao seu ombro. Podia sentir o seu cheiro, que misturado com aquela brisa marítima a embriagava de vontade, de felicidade, ao mesmo tempo que sentia a pena de não poder fazer o que estava a fazer, a dor de reviver o que já sofreu.
Ele abraçava a sua cintura com a mesma força com que abraçava dantes, a mesma força que dizia: não me deixes outra vez, porque eu nunca mais te vou deixar ir… Podia sentir o bater do coração dela. Sentia tanta vontade de ter o seu coração a bater perto do dela. Aquela vontade esmagadora que parece que sufoca, aquela vontade visceral, cruel e doce de arrancar os dois corações com as próprias mãos e os juntar, os fazer tocar, para sentir a explosão do sentimento de pura paixão, o êxtase. “Quem me dera poder perfurar o teu peito e o meu, livrar-me das roupas, do músculo e do osso que separa os nossos corações e os unir para sentires o mesmo que eu sinto, para veres que isto é real….” Pensava ele.
domingo, 10 de abril de 2011
Strange desire
Estavam abraçados há mais de meia hora. O mar estava calmo, as ondas batiam devagar como se as forças divinas que as comandam tivessem encontrado a serenidade de quem se apaixona. Soprava apenas uma leve brisa, salgada e fresca a cortar o ar quente, abafado. O sol brilhava com o tom baço de um fim de tarde de Abril. Pedro e Inês nunca tinham sequer pensado que o reencontro pudesse ser assim, tão repentino, não planeado, surpreendente.
Encontraram-se por acaso, no mesmo restaurante à beira-mar. Era o aniversário da mãe da Inês e como sempre tinham ido ao seu restaurante preferido. A família era numerosa e reunia-se à volta da mesa como se estivesse a celebrar a própria vida, rindo, conversando... Inês lembrou-se da última vez que ali tinha estado. Aquela noite. Naquela noite tão impiedosa e impaciente que mal podia esperar para destruir os seus sonhos. Ao lembrar-se disto Inês foi invadida por um sentimento de solidão, de desespero e mágoa. Não podia deixar que a mãe a visse chorar, não naquele dia… Pegou no casaco e saiu. Disse à mãe que tinha que fazer um telefonema, coisas urgentes de trabalho, não tarda nada estaria de volta. Ela não estranhou, não seria a primeira vez.
Era também a noite do jantar de curso de Pedro. Todos os anos, pela mesma altura, Pedro e os seus colegas de curso organizavam um jantar, para manter vivas as recordações e não deixar perder as amizades. Cada vez que entrava naquele restaurante Pedro sentia remorsos. Afinal, tinha sido naquele sítio que Pedro tinha cometido o maior erro da sua vida. Tentou fazer-se forte mas no fundo sentia aquela tristeza de quem não se percebe a si próprio, aquela desilusão de quem erra. Os amigos não notaram. Encontraram-se antes num pequeno bar para irem depois todos juntos para o restaurante. Pedro não levou o carro, a noite prometia e já havia um condutor designado. “Os jantares com a malta nunca acabam bem, o melhor é prevenir”, pensou ele. Quando chegou ao restaurante não podia acreditar. Viu Inês sentada a olhar para o mar, talvez em busca da reconfortante solidão daquela vasta imensidão para complementar a sua. Sozinha, descalça, enroscada no casaco claro. O cabelo comprido, encaracolado, caía-lhe pelas costas em largos canudos, “tapando-lhe as asas de anjo”, pensou Pedro. “É ela, só pode ser ela!”. Disse ao André, o amigo com quem tinha vindo, para ir entrado. André ainda perguntou se havia algum problema mas Pedro nem respondeu, já estava a meio do caminho para ir ter com Inês.
Quando chegou perto dela parou. Inês estava compenetrada naquele cenário solitário, nem sequer tinha ouvido os passos. Pedro questionava-se: “Será que ela me quer ver? Talvez seja melhor não lhe dizer nada…”
sábado, 9 de abril de 2011
Ah poisé, bebé.
Sabes da cena Maria Madalena?! Tou de férias. Isso mesmo, férias. uma semana de papo pró ar a ver filmes e a dormir e comer e tudo e tudo. E depois uma semana de loucura e parvoeira em Gouvs, que nunca mais chega. Estou para ver se sempre vai ser a melhor semana de férias :D
As férias não têm só coisas boas, vou ter saudades de umas poucas de pessoa, de quem eu gosto muito e sem as quais não posso passar :x Também me vou ver livre de outras que não fazem falta nenhuma ;) Mas isso resolve-se bem, e o que interessa é que durante 2 semanas não vou ouvir falar em testes e estudo e médias e etc.
Aiiiii, dormir sabe tão, tão bem :D
As férias não têm só coisas boas, vou ter saudades de umas poucas de pessoa, de quem eu gosto muito e sem as quais não posso passar :x Também me vou ver livre de outras que não fazem falta nenhuma ;) Mas isso resolve-se bem, e o que interessa é que durante 2 semanas não vou ouvir falar em testes e estudo e médias e etc.
Aiiiii, dormir sabe tão, tão bem :D
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