quinta-feira, 29 de abril de 2010
Feel.
Eu senti. Hoje eu senti-te. Num segundinho, num momento. Estavas lá, e a seguir foste embora. Foi só de mim?
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Mostrar que o tempo parou.
É mostrar que a vida é um romance em que a linguagem nada quer dizer, que parece um filme de ficção-científica. O que há aqui de afectivo? Nada. Também não há ódio, violência, desejo. E amor, é mais que certo, também não. Mas há a indiferença. E a indiferença é uma coisa terrível, porque não tem resposta e só dá silêncio.
domingo, 25 de abril de 2010
Domingo +.+
Soooooooool :D. Andar de bicicleta quase à noite, com aquela companhia. Assim sim, a minha melhor amiga, muitos importantes e promessas de um Verão que está para vir, um verão de luz e de riso.
Há pouco tempo alguém me trouxe recordações de um tempo passado, de aulas a rir em óptima companhia, sem segundas intenções. Só rir. Tu fazias-me rir. Já não o fazes tantas vezes, mas ainda consegues. Domingo à tarde, sol e bem-estar. Para repetir, sempre.
Há pouco tempo alguém me trouxe recordações de um tempo passado, de aulas a rir em óptima companhia, sem segundas intenções. Só rir. Tu fazias-me rir. Já não o fazes tantas vezes, mas ainda consegues. Domingo à tarde, sol e bem-estar. Para repetir, sempre.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
"N vams ao Regional"
Pois, eram Regionais eram... Muitos muitos nervos. Durante esta semana que não podia ter sido pior, era por isto que eu ansiava. Muitas dores, muitas febres, muitos comprimidos e muito betadine que sabia mal. Tudo para estar boa para ir às Regionais de Desporto Escolar de Basquetebol Feminino. 3 dias na Lousã a jogar e a rir, nada mais nada menos. Era bom para descontrair, para melhorar a minha disposição e o meu desempenho, para fazer algo que nunca fiz antes, para me afastar e para mudar. Pois nada disso vai acontecer. Para o ano?! Eu sei lá onde vou estar pró ano. Estava mesmo com esperanças que desta vez o Universo se alinhasse para alguma coisa me correr bem, mas estava-se mesmo a ver que não. Se eu pudesse gritar juro que gritava com toda a gente. Mas não, não posso, nem o betadine ajudou. Eu ia na mesma, ia gritar na mesma nem que tivesse que rebentar com a garganta. Aqui não grito, simplesmente não faz sentido...
domingo, 18 de abril de 2010
-.-
Miúda, acorda! O mundo não gira à tua volta e nem tudo o que as outras pessoas fazem é por tua causa, nem para teu bem, nem para teu mal. Por favor, cresce e depois sim, aparece. Pára com a mania das grandezas e com a mania da perseguição e vive a tua vida. Acredita: não és o centro do Universo e tens de parar de pensar que todos querem o teu mal.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Noddy.
Ora bem, na sexta feira, que por sinal foi o último dia de férias propriamente ditas, fui cumprir o meu dever como cidadã do Mundo (exemplar, diga-se de passagem) e fui até ao notário renovar o Meu Bilhete de identidade. Ou melhor, fazer o CU. E não, não é o traseiro, a bunda ou qualquer outro nome que se dê ao bom do rabiosque. É o Cartão Único.
Portanto, entro naquele adorável espaço que só dá vontade é de dormir e deparo-me com duas criancinhas. Também elas vêm fazer o útil CU. A fotografia utilizada para embelezar o CU é tirada por uma maquineta cinzenta que tem uma câmara para onde a pessoa deve olhar enquanto a senhora carrega no botão.
Ora bem, chegada a hora de uma das crianças tirar a bela da fotografia, a senhora leva-a para dentro para ao pé da máquina. Eu fico sentada numa cadeira muito confortável, a olhar para papéis que falam sobre certidões de nascimento. Sendo eu filha de um advogado, é um assunto deveras interessante (talvez não...). Estava muito bem a ler aquele documento importantíssimo, quando ouço: "Ola meu querido, se estiveres quietinho a olhar para aquele pontinho ali sai de lá um Noddy!". À minha mente vieram logo dezenas de ideias de onde vem tanta parvoíce, enquanto na minha cara predominava um olhar de espanto e admiração. Ora desta eu não estava à espera. Um Noddy voador que sai de uma câmara fotográfica... Esta tecnologia evolui a olhos visto!
Quando o miúdo perguntou: "Então, onde é que está o meu Noddy?!", a senhora (que chamou Edite à minha mão uma dezena de vezes, embora ela se chame Judite -.-) respondeu: " Já está em casa. Quando cegares a casa já lá está." Ora a pobre criança caiu na primeira asneira de acreditar que o Noddy ia sair da máquina fotográfica, ainda o enganam uma segunda vez ao dizer que o boneco está em casa à sua espera. Esta sociedade... Com certeza a criança vai crescer para se tornar um qualquer tipo de psicopata por ter sido enganado não uma mas duas vezes pelas senhoras do notários, senhoras essas em que, por fazerem parte do serviço público, é depositada uma certa confiança. Com certeza que ao constatar que as senhoras o enganaram, ficará traumatizado para o resto da vida.
Basicamente, era isto que queria dizer. Os perigos que as senhoras do notário (ou tribunal ou lá o que é aquilo) constituem para a sociedade.
Para além disso fiquei imediatamente aterrorizada com a ideia de alguém me dizer: " Se estiveres paradinha sai dali uma Kitty, ou uma boneca da Hannah Montana!". O que vale é quenão tenho que lá voltar por uns bons anos. Deus me livre e guarde!
Portanto, entro naquele adorável espaço que só dá vontade é de dormir e deparo-me com duas criancinhas. Também elas vêm fazer o útil CU. A fotografia utilizada para embelezar o CU é tirada por uma maquineta cinzenta que tem uma câmara para onde a pessoa deve olhar enquanto a senhora carrega no botão.
Ora bem, chegada a hora de uma das crianças tirar a bela da fotografia, a senhora leva-a para dentro para ao pé da máquina. Eu fico sentada numa cadeira muito confortável, a olhar para papéis que falam sobre certidões de nascimento. Sendo eu filha de um advogado, é um assunto deveras interessante (talvez não...). Estava muito bem a ler aquele documento importantíssimo, quando ouço: "Ola meu querido, se estiveres quietinho a olhar para aquele pontinho ali sai de lá um Noddy!". À minha mente vieram logo dezenas de ideias de onde vem tanta parvoíce, enquanto na minha cara predominava um olhar de espanto e admiração. Ora desta eu não estava à espera. Um Noddy voador que sai de uma câmara fotográfica... Esta tecnologia evolui a olhos visto!
Quando o miúdo perguntou: "Então, onde é que está o meu Noddy?!", a senhora (que chamou Edite à minha mão uma dezena de vezes, embora ela se chame Judite -.-) respondeu: " Já está em casa. Quando cegares a casa já lá está." Ora a pobre criança caiu na primeira asneira de acreditar que o Noddy ia sair da máquina fotográfica, ainda o enganam uma segunda vez ao dizer que o boneco está em casa à sua espera. Esta sociedade... Com certeza a criança vai crescer para se tornar um qualquer tipo de psicopata por ter sido enganado não uma mas duas vezes pelas senhoras do notários, senhoras essas em que, por fazerem parte do serviço público, é depositada uma certa confiança. Com certeza que ao constatar que as senhoras o enganaram, ficará traumatizado para o resto da vida.
Basicamente, era isto que queria dizer. Os perigos que as senhoras do notário (ou tribunal ou lá o que é aquilo) constituem para a sociedade.
Para além disso fiquei imediatamente aterrorizada com a ideia de alguém me dizer: " Se estiveres paradinha sai dali uma Kitty, ou uma boneca da Hannah Montana!". O que vale é quenão tenho que lá voltar por uns bons anos. Deus me livre e guarde!
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Happiness
O dia de hoje não foi lá muito bom. Diverti-me, é certo. Também me magoei, para variar. Hoje ri-me, muito, como há muito tempo não ria, e não sei por quê. Provavelmente estou feliz. Se estou, não sei dizer, não sei distinguir. Sei apenas que hoje estou bem, muito bem. Cá para mim isto deve-se a várias coisas que ouvi nestes dias e que me deixam bem disposta. O que não faltou ao dia de hoje foram contradições. No meio disto tudo, só espero que o que ouvi seja uma constante.
A paciência é uma virtude, mas não sei se consigo aguentar o que tenho para dizer, para observar, para inferir, para adivinhar de ti.
A paciência é uma virtude, mas não sei se consigo aguentar o que tenho para dizer, para observar, para inferir, para adivinhar de ti.
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